Alceu Valença no Palermo Groove em Buenos Aires
Alceu Valença traz para a Argentina o mesmo show que arrebatou um público seleto nos festivais de Montreux (Suíça), Córsega e Montpelier (França) e Milão (Itália). Um espetáculo que dialoga com a multiplicidade de gêneros musicais do sertão e do litoral pernambucano - desde baião, embolada e xote até frevo, ciranda e maracatu - e se estende às influências do pop, do samba, do blues e do rock.
O repertório destaca canções de grande sucesso em todo o Brasil - “Tropicana”, “Anunciação”, “Pelas Ruas que Andei”, “Belle Du Jour”, “Táxi Lunar”, “Como Dois Animais”, “Coração Bobo” - composições que percorrem desde as estradas de barro do Brasil profundo às avenidas pop das sonoridades contemporâneas.
Nascido entre o agreste e o sertão, Alceu Valença conheceu na infância as expressões que lançaram as bases de sua arte: a música dos cantadores, emboladores, violeiros, aboiadores, dos cegos e suas cantigas de feira, dos cordelistas que escreveram em versos a epopéia do nordeste brasileiro.
Deste universo, o cantor incorpora os baiões, forrós e xotes dos clássicos de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro – “Vem Morena”, “Xote das Meninas”, “Sabiá”, “O Canto da Ema”. O próprio Luiz Gonzaga, o rei do baião, comparava a música de Alceu a “uma banda de pífanos elétrica”, formação típica das pequenas retretas do interior, de influência lusitana e mourisca.
Do sertão para o litoral, Alceu Valença apresenta um módulo de frevos, cirandas e maracatus. Marcado por orquestrações para saxes, trombones e trompete junto ao ritmo sincopado herdado do cruzamento entre a música européia e os ritmos africanos metabolizados no Brasil, o frevo é a trilha sonora da folia pernambucana.
São temas de Luiz Bandeira (“Voltei, Recife”), Clídio Nigro (“Hino do Elefante”), J. Michiles (“Me Segura senão eu caio”), além de composições próprias como “Bicho Maluco Beleza" e “Frevo da Lua”, que ano a ano arrebatam as multidões de Recife e Olinda, no melhor carnaval do Brasil.
Na seara pop, Alceu flerta com o rock em “Perdeu o Cio”, dialoga com o samba e o funk em “FM Rebeldia”, e transcende os limites entre o sertão e a megalópole na “Embolada do Tempo” - uma granada rítmica e poética sobre o senhor das horas que “não tem fim nem começo, mesmo virado ao avesso não se pode mensurar”.
Alceu Valença canta no Palermo Groove ao lado de Paulo Rafael (guitarra), Mauricio Oliveira (baixo), Tovinho (teclados), Cássio Cunha (bateria), Edwin (percussão).
Imprensa:
Julio Moura – (55) 21-32081243 / 21-96441202
juliomoura@alceuvalenca.com.br / www.alceuvalenca.com.br

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